E hoje para o almoço em forma de experiência culinária existirá algo parecido com isto :
Retirado na integra daqui: http://mal-cozinhado.blogspot.pt/2007/05/pescada-em-molho-de-salsa.html
Vamos lá a ver como corre a experiência ![]()
Este é um curso orientado por Tsering Paldron, monge budista portuguesa. Se andarem á procura de mudança na vossa vida talves valha a pena dar uma vista de olhos e decidir se faz sentido para vós este curso. Só tive contacto com ele á pouco e ainda estou a explorar. Mas só o facto de ser orientado pela Tsering já merece a minha atenção cuidadosa. :)
http://www.e-dharma.org/novo/index.php/coaching
A invasão do alho chinês: http://www.ionline.pt/mundo/contrabando-alho-chines-negocio-milhoes-poe-europa-alerta
Noticias como esta preocupam-me bastante. É sabido que vivemos num mundo capitalista, em que tudo vale para ganhar dinheiro, mesmo que isso implique que se jogue com a saude das pessoas. O problema que vem á luz nesta noticia não é muito diferente dos últimos posts que tenho colocado e mais uma vez se vê que estamos a consumir algo que pensamos tem uma certa qualidade e provem de um sitio fidedigno e depois os alimentos são importados sabe-se lá de onde. O grande problema aqui não é o alho ser Chinês, Indiano ou de qualquer outro país. O problema é que não sabemos nada sobre este alho. Foi criado onde na China? Foi regado com que águas? Foi criado numa zona de muita poluição? Nada disto sabemos e nada atesta a qualidade dos alimentos que estamos a consumir.
Neste mundo globalizado a palavra que reina é Dinheiro. Aparentemente nada mais importa.
Perante isto torna-se cada vez mais importante, não só em termos economicos para o país, mas como também para a nossa saúde consumirmos alimentos cultivados em Portugal. De preferência provenientes da zona onde residimos. Não só estamos a escolher alimentos que amadureceram mais tempo nas árvores, mas também que têm menos substâncias para os conservar.
Devemos nos começar a preocupar com estes temas...
De que parte de nós vêm os sonhos? Que realidade reflectem eles, se é que reflectem alguma? Porque é que ás vezes são tão reais que parece de facto que os estamos a viver? Será que trazemos estas memórias no nosso subconsciente algures? Depois de uma noite com um sonho estremamente forte e real são estas as perguntas que tenho na cabeça.
Infelizmente sou uma pessoa que sonha muito. Infelizmente porque os sonhos nem sempre são tão agradáveis quanto eu gostaria. Ás vezes, como hoje, acordo perturbado e a reflectir sobre o seu conteudo e sobre as sensações que ele me transmitiu.
No sonho de hoje parecia que estava a viver uma realidade paralela. Uma realidade que poderia acontecer se tivesses feito outras escolhas na vida diferentes das que tomei. Em que apareciam pessoas que são ou foram importantes na minha vida, mas em que também elas pareciam diferentes, sobretudo na maneira de ser e estar.
Bem , como se costuma dizer... foi só um sonho ![]()
Neve em Silêncio - A intoxicação invisivel do Àrtico
Tive a oportunidade de ver esta tarde este documentário e só posso dizer que gostei bastante. Vem no seguimento do post de ontem. O documentário fala sobre como o uso intensivo de pesticidas, muitos dos quais proibidos nos paises "desenvolvidos", está a afectar comunidades tão longinquas como as da Gonelandia. Uma reflexão também sobre a qualidade dos produtos que chegam aos nossos supermercados e que não fazemos ideia da sua qualidade, nem como foram criados. Um dos exemplos foi o das bananas em que o produtor usava um químico proibido nos EUA, mas como a plantação estava num país pobre da América do sul, onde a corrupção e as leis são mínimas, usava-se com frequência, com graves impactos na população local e obviamente no consumidor final a longo prazo.
De salientar que o filme foi o vencedor de 2012 da mostra de cinema ecologico: Cine’Eco – Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela.
Uma outra coisa que me agradou muito foi ver um documentário no cinema. Coisa pouco usual, pelo menos por estas bandas. Uma experiência a repetir se houver oportunidade.
Se puderem ver não percam a oportunidade. Não é tempo mal gasto.
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