11 comentários:
De Caminhando... a 29 de Abril de 2010 às 21:39
Olá!

Mais um belissimo conto este!
Esse livro deve ser mesmo interessante.

Um grande beiijnho para ti amigo Filipe


De FilipeP a 30 de Abril de 2010 às 11:51
Olá :)

O livro é realmente muito bom. E eu gosto particularmente destas histórias que nos fazem reflectir sobre a vida.

Beijinho para ti amiguita.


De Just Moments a 1 de Maio de 2010 às 17:29
http://www.youtube.com/watch?v=qVC5rJApn3Y

Gostei da parte de nos perdoar a nós mesmos:))

Beijinhos..


De FilipeP a 2 de Maio de 2010 às 12:35
Olá amiguita :)

Já vi o video e gostei bastante. Acho que tem uma mensagem muito boa.

Beijocas


De verdesperanca a 1 de Maio de 2010 às 22:39
Gostei muito do texto e da mensagem pois a mim toca-me pessoalmente. Sempre tentei fazer o que os outros esperavam de mim e muitas vezes contra a minha vontade. Só porque tinha de ser e não porque eu queria. E sim, houve coisas que me ficaram anos e anos a remoer no coração e pesaram muito e o pior de tudo era isso, não conseguir perdoar-me a mim própria por erros que eu nem sei bem se cometi.
Hoje as coisas são diferentes, eu estou diferente. Tenho aprendido bastante e tu és uma das pessoas que me tem ajudado a evoluir espiritualmente.
Abres-me a mente, tens outras perspectivas.
Beijinhos doces.


De FilipeP a 2 de Maio de 2010 às 12:44

Pois é amiguita Isso que tu sentes e que se passou ctg é algo com que muitas pessoas se podem identificar. Todos nós temos os nossos erros no passado, e todos nós sofremos com eles. Mas parece-me que temos de ser nós a nos perdoar-mos. Acho que passa por compreender porque é que as coisas acontecem e a sua importancia para a pessoa que somos hoje.
Deixar o passado para trás e começar a viver o presente.

Fico feliz por contribuir para essa tua abertura e evolução espiritual.

Beijinho


De Existe um Olhar a 2 de Maio de 2010 às 15:51
Olá Filipe
Este texto faz-me pensar nos padrões de comportamentos que nos foram incutidos e que não deixam espaço para a liberdade e para sermos verdadeiramente conscientes do nosso eu, previgiliando o "ego".
Carregamos fardos e a nossa vida deixa de fluir de acordo com o que verdadeiramente sentimos.
Vivemos agarrados a preconceitos e ao "parece mal" ou "parece bem".
Uma boa leitura que nos deixa a reflectir.

Beijos
Manu


De FilipeP a 2 de Maio de 2010 às 19:17
Olá Manu

É uma verdade essa tua constatação. E eu pergunto, qual a necessidade de nos constrangirem a vida dessa maneira e de condicionarem a liberdade de sermos quem na realidade deveria-mos ser?
Em certo ponto da nossa existência incutem-nos que aquilo que os outros pensam de nós é na realidade mais importante que aquilo que nós sentimos que é o correcto. E nós deixamos-nos controlar por esses ensinamentos tomando-os como verdades relativas durante parte da vida, até ao ponto em que para nós essa é a verdade absoluta.

Acho que é necessário uma nova perspectiva daquilo que é a vida e a razão de nós cá estarmos a vivê-la.

Beijinho :)


De espaço da raquel a 6 de Maio de 2010 às 23:08

fiquei pensativa.


De FilipeP a 7 de Maio de 2010 às 00:02

Ainda bem, porque estes textos servem mesmo para isso.


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