De Ana Silva a 1 de Maio de 2011 às 00:10
Anos de comprovação? Onde estão esses números? Medicamentos devidamente regulamentados tem de passar por um processo extremamente exaustivo e dispendioso de mais de 20 anos até serem comercializados e 60% deles nem chegam ao mercado o que é sinónimo de perdas económicas gigantes. Não estou de maneira nenhuma a dizer para terem pena das farmacêuticas porque de facto é ridículo. É no mínimo natural que se exijam estudos que comprovem a inocuidade dos medicamentos herbais! Ao contrário de um dito medicamento industrializado,  um medicamento herbal é uma mistura complexa, incontrolável e muito variável de substâncias... podem estar a tomar coisas que nem imaginam e que podem ate interferir com os tratamentos convencionais ou até mesmo estarem-se a envenenar involutariamente, e não exagero quando digo envenenar. Mas há que considerar o k é realmente importante nesta questão...só com o cumprimento das normas se podem fornecer medicamentos de qualidade que assegurem a eficácia e a SEGURANÇA de um medicamento para o consumidor. Que tem uma dosagem conhecida e controlável e que não estão contaminados. Não sou de maneira nenhuma contra a medicina natural e admito que existem formulações verdadeiramente úteis mas um pouco mais de controlo não fazia mal nenhum já k n havia ridicula e absolutamente nenhum... nem tudo são interesses corporativos. É vantajoso para a indústria? Claro. Mas esta n é de maneira nenhuma uma regulamentação proibitiva. Apenas impede envenenamentos acidentais e interacções desconhecidas e por vezes mesmo perigosas. Os produtores tiveram desd 2004 para se preparar para a nova legislação... Uma coisa é verdade o registo é demasiado caro e serve propositos economicistas mas a legislação em si é baseada na segurança para o consumidor.


De FilipeP a 1 de Maio de 2011 às 10:57
Olá Ana
Compreendo o teu ponto de vista. Certamente tens conhecimento de malefícios provocados por produtos naturais.
 Talvez uma alternativa a isto, que inevitavelmente vai retirar muitos medicamentos naturais do mercado ( e nós não temos nenhum indicativo da quantidade, ou quais) seria de alguma maneira marcar os medicamentos que passam por essa seriação, ou controlo. Acho que deveria ser deixado ao público o poder de escolha.
Como eu já li em vários sitios os fabricantes deste tipo de medicamentos são pequenas e médias industrias, sem hipótese alguma de cumprir com os mesmos requisitos que a milionária indústria farmacêutica.

Mais grave que o desaparecimento dos medicamentos é a anulação do nosso poder de escolha e portanto da nossa liberdade.


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